Os efeitos da propaganda
A atendente oferece um produto milagroso que ativa
a circulação, previne queda de cabelo, combate o câncer, reduzir a
pressão e o colesterol. O produtor do Jornal Hoje pergunta se pode
devolver se não gostar, mas a atendente garante que o produto é bom
e ele vai gostar.
Chá, guaraná em pó e cogumelo são considerados
alimentos pela Anvisa, a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária.
Como alimentos, são classificados de acordo com o seu valor
nutritivo.
As embalagens não podem ter indicações de
possíveis benefícios para a saúde, dizendo que é bom pra isso,
que ajuda naquilo, mas quem vende tenta convencer o consumidor das
qualidades do produto de todas as maneiras.
De vez em quando somos deparados com este tipo de
propaganda. Produtos milagrosos que servem para tudo, como se a saúde
de um ser humano fosse brincadeira e não dependesse de sua
constituição física, social e habitacional.
Cada pessoa tem sua própria anatomia e seus
anticorpos reagem diferentes ao aparecimento de vírus, bactérias e
microrganismos responsáveis pela transmissão de doenças, sendo
algumas pessoas mais susceptíveis a adquiri doenças mais do que
outras em razão da fragilidade do seu organismo.
De modo que a propaganda pode influenciar de forma
positiva ou negativa na hora de decidir a compra ou aquisição de
remédios ou produtos naturais que são amplamente divulgados na
mídia prometendo o curas milagrosa para muitas doenças que até
hoje nem a medica encontrou cura definitiva, como é o caso do
câncer.
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