quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Os efeitos da propaganda



A atendente oferece um produto milagroso que ativa a circulação, previne queda de cabelo, combate o câncer, reduzir a pressão e o colesterol. O produtor do Jornal Hoje pergunta se pode devolver se não gostar, mas a atendente garante que o produto é bom e ele vai gostar.
Chá, guaraná em pó e cogumelo são considerados alimentos pela Anvisa, a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária. Como alimentos, são classificados de acordo com o seu valor nutritivo.
As embalagens não podem ter indicações de possíveis benefícios para a saúde, dizendo que é bom pra isso, que ajuda naquilo, mas quem vende tenta convencer o consumidor das qualidades do produto de todas as maneiras.
De vez em quando somos deparados com este tipo de propaganda. Produtos milagrosos que servem para tudo, como se a saúde de um ser humano fosse brincadeira e não dependesse de sua constituição física, social e habitacional.
Cada pessoa tem sua própria anatomia e seus anticorpos reagem diferentes ao aparecimento de vírus, bactérias e microrganismos responsáveis pela transmissão de doenças, sendo algumas pessoas mais susceptíveis a adquiri doenças mais do que outras em razão da fragilidade do seu organismo.
De modo que a propaganda pode influenciar de forma positiva ou negativa na hora de decidir a compra ou aquisição de remédios ou produtos naturais que são amplamente divulgados na mídia prometendo o curas milagrosa para muitas doenças que até hoje nem a medica encontrou cura definitiva, como é o caso do câncer.

 

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